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 primeiros socorros
  A saúde de nosso bichinho de estimação é uma preocupação constante. Qualquer mudança de comportamento nos coloca em sinal de alerta. Nesta c oluna você vai encontrar as principais dúvidas sobre a saúde
 

de seu cão. São apenas informações para a sua orientação. Ao perceber um destes sintomas procure imediatamente a ajuda de seu veterinário.

  Veja alguns sintomas que merecem atenção:
  • Diarréia ou pisão de ventre   persistente
• Perda de pêlos e/ou coceira
• Perda de apetite
• Difuculdade de urinar ou   incontinência urinária
• Sangue ou vermes nas   fezes
• Vômitos repetidos
• Desmaios
• Paralisias
• Secreção no nariz, olhos ou   ouvidos
• Pálbebraz avermelhadas ou   inchadas
• Espirros repetidos
• Tosse
• Febre (a temperatura normal fica   entre 38 e 39 graus)
• Respiração irregular ou forçada
• Edemas
• Inchaços
• Sangramentos de qualquer   espécie
• Parasitas
• Gengivas e/ou boca arroxeadas   ou descoradas
• Dentes quebrados
• Mau hálito
 
  cio
  otite
  cardiopatia
  síndome urológica felina
   
  CIO
  As fêmeas entram no cio pela primeira vez entre 5 e 10 meses de idade, podendo às vezes chegar a um ano. O cio dura em torno de 4 a 7 dias, e é acompanhado por mudanças bruscas no comportamento. A gata passa a miar e esfregar-se no chão, móveis e pessoas. Não há sangramento durante o cio.
A gata é a única fêmea entre as espécies cuja ovulação é induzida pelo coito.
Se as gatas não tiverem contato com um macho, os intervalos entre os cios serão de cerca de 16 dias. Em casos de gatas não gestantes que tiveram contato sexual com gatos, mas não foram fecundadas, o intervalo entre os cios é de no máximo 42 dias. Para que a gata não procrie, o ideal é mandar castrá-la quando ela atinge os quatro meses.
A pílula anticoncepcional, injetada a cada 3 meses, não é recomendada, pois a longo prazo pode causar tumor de mama e infecção uterina.
A castração do macho é mais simples. O mais recomendável é que ele seja castrado por volta dos 6 meses de idade, para que o pênis cresça em diâmetro,
evitando problemas urinários. A castração é a remoção indolor dos testículos.
Depois de castrados, a tendência é que se tornem animais mais calmos, gordos preguiçosos. Diminuem a demarcação de território, pois não apresentam mais a produção de hormônios produtivos.
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  OTITE
  Ao contrário dos cães, os gatos não são comumente afetados pela otite. Os exemplares da raça Persa são mais predispostos a ter essas infecções. Quando um gato apresenta otite, ele se sente muito desconfortável, já que seus canais dos ouvidos são muito sensíveis. O ouvido fica avermelhado e solta um líquido de odor forte e coloração escura ou amarelada.

Geralmente os gatos mais jovens adquirem esta infecção. Nos animais mais velhos, ocorre quando existe contato entre gatos que apresentam a doença. A otite causa obstrução no ouvido, gerando grande mal-estar para o felino. É causada por bactérias ou fungos, e é necessário identificar o agente causador para tratar do problema. A otite felina também pode ser causada por um objeto estranho que tenha entrado no canal do ouvido. O ideal é que o veterinário faça um exame em seu animal para saber a causa da infecção e possa fazer o tratamento.

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  CARDIOPATIA
  Assim como os seres humanos, os cães e gatos podem ficar doentes do coração, principalmente quando envelhecem. As estatísticas apontam que 1 em cada 10 gatos torna-se cardiopata. Os gatos jovens também podem ter doença no coração, fundamentalmente as doenças congênitas, que levam à morte muitos filhotes antes até de um diagnóstico médico veterinário.

As parasitoses cardíacas podem e devem ser prevenidas. Normalmente, antes de qualquer viagem para o litoral, o dono do animal deve levá-lo ao veterinário, o qual deverá indicar medicamentos preventivos para serem usados. Por outro lado, os animais que vivem regularmente no litoral, devem sofrer tratamentos preventivos sistemáticos contra estes tipos de parasitoses.

O tratamento de cardiopatias deverá ser sempre de acordo com a afecção apresentada por cada animal. Conforme a cardiopatia, deve-se ter uma conduta terapêutica específica, que também dependerá da fase de insuficiência cardíaca congestiva apresentada.

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  SÍNDROME UROLÓGICA FELINA
  É a formação de cristais na urina, às vezes podendo causar obstrução no trato urinário inferior, que compreende a bexiga e a uretra. Observe o gato quando ele estiver urinando e veja se está fazendo com esforço ou demonstrando estar sentindo dor. Em casos graves, ele simplesmente não conseguirá fazê-lo. A urina pode apresentar traços de sangue. A bexiga pode estar distendida, deixando o abdômem sensível e dolorido ao toque. Se seu gato apresentar estes sintomas, procure um veterinário o mais rápido possível. Problemas urinários podem incluir risco de vida.

Não existe uma forma de prevenir totalmente o aparecimento da doença, mas alguns cuidados podem fazer com que o risco diminua bastante:
• Mantenha a caixinha de areia sempre limpa e com livre acesso.
• Assegure-se de que o seu gato esteja bebendo bastante água. Troque a água da tigela várias vezes ao dia para que ela pareça mais atraente. Ofereça-lhe água da maneira como ele preferir. Alguns gatos gostam de água corrente.
• A mudança do tipo de ração pode ser estressante para alguns gatos, aumentando o risco de desenvolver problemas urinários. Para diminuir esse estresse, introduza a nova dieta durante um período de uma a duas semanas, misturando o novo alimento ao antigo.
• Procure evitar qualquer mudança na rotina do gato.
• A qualquer sintoma, procure imediatamente o seu veterinário.

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